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GREVE DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DO ESTADO

GREVE DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DO ESTADO
Durante a Sexta Reunião Ordinária, o plenário deliberou e autorizou a participação dos professores Julieder, Viviane, Claret e Selma. Eles foram à tribuna esclarecer os motivos que levaram os servidores da Educação Estadual à greve e solicitaram o apoio dos edis junto aos deputados para que suas reivindicações sejam atendidas. Os oradores frisaram que não buscam um aumento, mas sim o cumprimento do piso salarial estabelecido em legislação federal e estadual. Os profissionais mineiros não recebem os devidos reajustes desde 2017. Os vencimentos deveriam ter o acréscimo de 7,64% em 2017; 6,81% em 2018; 4,17% em 2019 e 12,84% em 2020. Sendo assim, a defasagem iniciou-se no governo anterior e permanece no atual. “Dois anos do Pimentel ficaram para trás e já dois anos do Romeu Zema ficando para trás também, então, nós estamos em greve não é por causa de partido de esquerda ou de direita”, declarou Julieder. Outro ponto combatido pelos educadores é o possível aumento na alíquota de contribuição previdenciária dos servidores públicos estaduais, por meio do Regime de Recuperação Fiscal e Reforma da Previdência do Estado. O desconto que hoje é de 11%, pode chegar aos 22. O atraso e o parcelamento do 13º salário dos trabalhadores também foram citados pelos manifestantes. Viviane levantou uma questão referente aos diários eletrônicos, segundo ela, os professores têm um prazo para preenchê-los, mas o sistema não funciona como deveria e a internet das escolas deixa a desejar. A educadora também pediu a efetivação dos concursados. Em seguida, reportou falhas na matrícula online, pela qual muitos estudantes estão sendo erroneamente inscritos no programa EJA ou em uma escola de Morro do Ferro. Por fim, ela pediu a conscientização dos pais de alunos quanto à importância da greve como um instrumento de fortalecimento da Educação. Todos os edis se solidarizaram com os manifestantes. Vários se comprometeram a levar as demandas aos seus correligionários na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Acatando a uma proposta do presidente da Casa, por unanimidade, a Câmara Municipal de Oliveira agraciou com um Voto de Aplauso os educadores em greve.


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